Há muitas maneiras de agregar ações e produtos à jornada do cliente em busca da promoção de uma melhor experiência. Mas uma das principais e mais famosas “recompensas” ao consumidor tem sido o cashback, um retorno financeiro que gera valor e reconhecimento.

Em 1986, a rede lojas de departamentos Sears apostou no cartão de crédito reconhecendo nele as dificuldade do mercado financeiro. À época, de forma inovadora, a rede ofereceu também um benefício: o retorno de 1% em dinheiro nas faturas como benefício, além dos tradicionais descontos. Foi aí que nasceu o cashback.

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Ainda que esse recurso já exista desde a década de 1980, foi nos últimos anos que ele ganhou mais reconhecimento: o cashback retornou como estratégia valiosa de agregar valor à compra do consumidor, uma maneira de tornar a experiência proveitosa em todos os aspectos.

No entanto, ainda há muitas empresas que não reconhecem o valor do cashback e quais são seus benefícios em prol da experiência do cliente. Veja quais são eles:

O cashback como alternativa ao cartão de crédito

Desde os anos 1980 até os dias atuais, as empresas oferecem cartões de crédito da loja, numa tentativa de oferecer mais uma estratégia de negócio e algumas ofertas exclusivas. Evidentemente, essa é uma estratégia válida, mas o público em geral já não está mais disposto a ter muitos cartões de crédito — e o mercado financeiro tende a ser mais exclusivo, complexo e competitivo —, sendo assim, a oferta teria que “valer a pena”.

O cashback, por outro lado, tende a ser um pouco mais simples: o benefício funciona quase como um desconto, no qual parte do valor é retornada em dinheiro para o consumidor. Dessa forma, a promoção é mais livre para que o cliente escolha como pretende gastar aquele valor e isso, consequentemente, vira um fator de peso na experiência total do consumidor com a marca.

Leia mais: Cashback: como funciona o benefício para empresas e consumidores

Benefícios do cashback na experiência do cliente

Além da própria percepção retorno financeiro, a oferta do cashback como benefício amplia os horizontes de um dos pilares da experiência do cliente: o valor agregado. Com ele, o consumidor não tem somente a impressão de que saiu favorecido pela compra do produto ou serviço ofertado, mas também que recebeu um benefício financeiro, ou seja, um recurso que é, de certa forma, ilimitado e 100% personalizável.

Diga-se de passagem, o cashback é ilimitado não como sinônimo de infinito, mas porque não tem limitações de uso. Se o retorno é financeiro, em dinheiro, isso significa dizer que o consumidor pode usá-lo da maneira como preferir. Ou seja: ilimitado e também personalizado, posto que o destino daquele valor será personalizada às necessidades do cliente.

Sendo assim, a oferta do cashback já pode ser inclusive uma certa evolução da experiência e do retorno que ela promete ao consumidor. Além de um bom atendimento e uma jornada sem fricções, há também uma “recompensa” que, ainda que não tenha vínculo para ser gasta com a marca que o oferece — afinal, o consumidor pode fazer o que quiser com o dinheiro —, costuma trazer algo ainda mais valioso: a recorrência.

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