Com toda a discussão sobre como proporcionar a melhor experiência ao cliente no ambiente online, quais estratégias seguir e quais ferramentas usar, o User Experience (UX) acabou ganhando mais força. Ou melhor: se tornou imprescindível para a permanência dos negócios no mundo digital.

Mas o que realmente muda o jogo dentro do UX, na verdade, não é apenas a promoção de uma boa jornada de compra no ambiente online, mas a maneira como essa jornada é construída visualmente. É aí que entra o UX Design: uma maneira gráfica de pensar a experiência por meio do contato visual com a marca, seja em um aplicativo ou website.

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O design em prol da experiência

Em linhas gerais, é o UX quem dá o primeiro retorno para o consumidor. Quando o site é bem construído, não há poluição visual e sim uma visualização clara das informações, um design moderno — por vezes até mais minimalista —,  isso quer dizer que o UX funcionou: ele trouxe ao cliente um espaço seguro e confiável, que provavelmente resultará em maior permanência no app ou site.

Quando a situação é oposta, no entanto, há uma série de desconfortos visuais que afastam o consumidor e passam não apenas uma ideia de website mais antigo, como também inseguro — e, em tempos de forte discussão sobre privacidade e proteção de dados, esse é um sinal de alerta.

A ideia do design em prol da experiência é trazer uma página limpa, tecnológica e visualmente confiável. Ou seja: que tenha um rápido carregamento, com as ferramentas de compra ou de prestação de serviços em pleno funcionamento e com informações claras e objetivas. Detalhes que geram segurança para o consumidor.

A importância de uma estratégia inteligente em UX

Outro ponto a ser ressaltado é que a construção desse design, ainda que pareça, não é apenas um apanhado de fotos em alta definição, fontes elegantes e sites minimalistas — muitas vezes até produzidos no “preto e branco”, sem a identidade visual da marca, por exemplo.

A bem da verdade, a criação do UX dentro de um aplicativo o website precisa vir de uma estratégia inteligente, com base na análise do comportamento do usuário. Ou seja: é preciso saber para onde seu olhar será direcionado no segundo em que ele entre na página e, caso decida comprar um produto, qual será o processo feito para atendê-lo com assertividade.

Sendo assim, esse planejamento normalmente é feito com base em dados do próprio portal ou marca, bem como em conjunto com um profissional de design e de tecnologia que atuem juntos. Dessa inteligência colaborativa, saem resultados que sejam viáveis em funcionalidade e visualmente atrativos do ponto de vista do consumidor.

O produto final culmina em uma jornada pensada em todas as ações do usuário dentro da página, desde um simples conhecimento do website ou aplicativo até a realização de uma compra ou contratação de serviço. E então, há a perfeita união entre o customer experience, o user experience e o design em prol do consumidor.

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